quarta-feira, 29 de abril de 2015

Reutilização e descarte do óleo de cozinha


    Muitas pessoas descartam o óleo de cozinha já utilizado de maneira incorreta, jogando-o diretamente na rede de esgoto. O que essas pessoas não sabem, é que essa ação pode trazer muitos prejuízos para o meio ambiente e até mesmo para nós.

    Existem diversas maneiras para se reutilizar o óleo de cozinha de maneira correta, como por exemplo, na produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina e até biodiesel.

    Em diversas capitais, as prefeituras estão se mobilizando para a coleta do óleo de cozinha usado, já em outras, a própria população se mobiliza através de organizações não-governamentais.

    Em Porto Alegre, a prefeitura, através do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), realiza o Projeto de reciclagem de óleo de fritura. São 24 locais de coleta do produto, que será transformado entre outras coisas em resina de tintas, sabão e biodiesel. Foi assinado convênio entre o DMLU e três empresas, que recolherão óleos de cozinha entregues pela população e os encaminharão para reciclagem. Para mais informações, acesse: http://www.funverde.org.br/blog/

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Reciclagem de celulares e baterias

A cada novo lançamento de celular queremos trocar o nosso aparelho por outro, mas essa troca pode causar grandes riscos ao meio ambiente e até a nossa própria saúde. O celular tem vários metais tóxicos, como o chumbo e o mercúrio. Ao descartar incorretamente celulares e baterias, você estará provocando a poluição dos lençóis freáticos, da fauna e da flora e, se os mesmos forem incinerados, podem emitir gases tóxicos.
Todo celular que é descartado em postos de coleta é separado e passa por uma série de processos, começando pela triagem (onde separa-se os materiais que podem ser doados e os que não podem mais ser reutilizados) e passando por onde serão desmontados, sendo a carcaça, bateria e PCI (Interconector de Componentes Periféricos), cada um desses componentes tem um destino específico. Os componentes tóxicos são colocados em tanques, já os não tóxicos são triturados e vendidos. Em 2007, 1,2 bilhão de celulares foram vendidos, sendo usadas 300 toneladas de prata, 29 toneladas de ouro, 11 toneladas de paládio e 11.000 toneladas de cobre.


Mas afinal, onde devemos descartar esses materiais?
Você pode descartá-los na própria loja em que foram comprados, ou até mesmo na loja de sua operadora.



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Fontes: 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Classificação do Lixo

O lixo tem sido nos últimos anos um dos maiores problemas ambientais, principalmente nos grandes centros urbanos. O modelo de produção e consumo estabelecido atualmente gera muitos resíduos, e sua coleta, acomodação em aterros sanitários e tratamento, nem sempre são adequados.

A reciclagem é uma boa alternativa para minimizar esse problema, no entanto, boa parte da população não realiza a coleta seletiva. Para isso é necessário saber distinguir os diferentes tipos de resíduos existentes, pois alguns materiais que vão para os aterros ou lixões podem ter valor comercial. Assim como outros devem receber tratamentos especiais.



O lixo pode ser classificado como:

Lixo Domiciliar – gerado pelas atividades residenciais, em sua composição existe grande quantidade de matéria orgânica. É composto por restos de alimentos, produtos deteriorados, jornais, revistas, embalagens em geral, papel higiênico, etc.

Lixo Comercial – originário das atividades comerciais e de serviços, como supermercados, estabelecimentos bancários, lojas, bares e restaurantes. O lixo desses estabelecimentos é composto principalmente por papeis, plásticos, restos de alimentos e embalagens.

Lixo Industrial – oriundo das diversas atividades industriais. A composição desses resíduos varia conforme o tipo de indústria, podendo ser formado por cinzas, lodos, resíduos alcalinos ou ácidos, papeis, plásticos, metais, vidros, cerâmica, borracha, madeira, entre ouros.

Lixo dos Serviços de Saúde – produzidos por hospitais, clínicas, laboratórios, ambulatórios, consultórios odontológicos, farmácias, clínicas veterinárias e postos de saúde. São compostos por variados tipos de resíduos sépticos, seringas, agulhas, bisturis, ampolas, materiais radioativos, etc. Esse tipo de lixo deve receber tratamento especial (incineração), pois, em contato com o meio ambiente ou misturado ao lixo doméstico, poderão ser vetores de várias doenças.


Lixo Público – originado nos serviços de limpeza pública, incluindo varrição de vias públicas, repartições públicas, limpeza de áreas de feiras livres, córregos, etc. É constituído principalmente por restos de vegetais, podas de árvores, embalagens, jornais, madeira, papéis e plásticos.

Lixo Especial – formado por resíduos da construção civil e das atividades industriais, pode ser composto por restos de obras e demolições, pilhas, baterias, embalagens de agrotóxicos, embalagens de venenos, embalagens de remédios. Necessitam de tratamento, manipulação e transporte especial.

Lixo Radioativo – resíduo resultante de rejeitos radioativos, composto de urânio enriquecido, possui elevada radioatividade. Deve ser enterrado em local com a devida estrutura de tratamento e segurança.

Lixo Espacial – originado de restos provenientes de objetos lançados pelo homem no espaço. Composto principalmente por peças de foguetes, satélites artificiais e fragmentos de aparelhos que explodiram.



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Fontes:

sexta-feira, 3 de abril de 2015

QUAL É O DESTINO APROPRIADO PARA O LIXO ELETRÔNICO?

     O  avanço  das  tecnologias  provocou  o  aumento da produção de lixo, não só em quantidade, mas também em variedade. Se antes o lixo podia ser classificado apenas em seco, orgânico ou tóxico, hoje em dia essa classificação também abrange lixo eletrônico, hospitalar, industrial, nuclear.
FONTE: http://www.netmundi.org/links/tag/lixo/
  O consumismo e o obsoletismo programado, ou seja, a compra exagerada e a imposição de um “prazo de validade” para os produtos, são os grandes responsáveis pelo crescente aumento do lixo eletrônico no mundo. Pesquisas indicam que somente São Paulo produz 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, e que se juntássemos todo o lixo eletrônico produzido anualmente pela humanidade, ele seria capaz de encher um trem que daria a volta ao mundo, segundo o Greenpeace.
   O descarte de materiais eletrônicos se tornou um dos maiores problemas ambientais, já que esses resíduos podem causar vários danos à natureza e à saúde humana. Esses materiais possuem em sua composição elementos tóxicos que ao entrarem em contato com o solo, podem contaminar o lençol freático, prejudicando um inteiro ecossistema.
     Um modo de reaproveitar produtos eletrônicos não mais utilizados é levando-os ao lugar onde foram comprados. E essas lojas, por lei, têm a obrigação de direcioná-los a centros de triagens ou empresas especializadas na reciclagem dessas materiais.
     Essas empresas desmontam o produto eletrônico, separando seus materiais por categoria: metal, plástico, bateria, etc. E cada tipo de material recebe um destino adequado. Por exemplo, os metais são vendidos para empresas montadoras de eletrônicos, que irão reutilizá-los, e os plásticos são entregues para a reciclagem. Esse processo é chamado de manufatura reversa, já que segue o caminho contrário da produção desses equipamentos. Além de dar um fim apropriado aos resíduos eletrônicos, esse processo também gera emprego e renda.
     Não é difícil cuidar do meio ambiente, mas é necessário que cada um faça sua parte.

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FONTES:
http://www.elixo.org.br/reciclagem-lixo-eletronico/
http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ideias/Como-montar-um-servi%C3%A7o-de-reciclagem-de-lixo-eletr%C3%B4nico