A campanha Descarte Inteligente de recolhimento de pilhas está chegando ao fim. Não deixe de descartar suas pilhas nas escolas Dorothea Schäfke e Elvira Jost.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Descarte Inteligente no Centro Sinodal de Ensino Médio Dorothea Schäfke
Nosso grupo, há algumas semanas atrás, passou nas salas do turno da manhã e tarde do Centro Sinodal de Ensino Médio Dorothea Schäfke realizando um questionário e apresentando o projeto "Descarte Inteligente". Com o questionário, queríamos saber o grau de informação das pessoas a respeito do descarte de pilhas.
Foi muito prazeroso passar nas salas e compartilhar nossos conhecimentos!!
Foi muito prazeroso passar nas salas e compartilhar nossos conhecimentos!!
domingo, 5 de julho de 2015
PILHAS
Você sabe como uma pilha funciona? Qual a diferença entre pilha e bateria? Você sabe os diferentes tipos de pilha que existem?
COMO UMA PILHA FUNCIONA
A pilha é um dispositivo que converte a energia química em elétrica utilizando as reações de óxido-redução.
A pilha é um dispositivo que converte a energia química em elétrica utilizando as reações de óxido-redução.
DIFERENÇA ENTRE PILHA E BATERIA
Muitos confundem pilhas com baterias. Mas as pilhas são formadas apenas por dois eletrodos e um eletrólito, e as baterias são um conjunto de pilhas agrupadas numa única estrutura.
Muitos confundem pilhas com baterias. Mas as pilhas são formadas apenas por dois eletrodos e um eletrólito, e as baterias são um conjunto de pilhas agrupadas numa única estrutura.
CLASSIFICAÇÃO DAS PILHAS
As pilhas são classificadas conforme seu tamanho. Letras são utilizadas para indicar o diâmetro e o comprimento das pilhas.
As pilhas são classificadas conforme seu tamanho. Letras são utilizadas para indicar o diâmetro e o comprimento das pilhas.
TIPOS DE PILHA
SECAS DE LECLANCHÉ (pilhas comuns ou secas)
Pilhas formadas basicamente por um envoltório de zinco e por uma barra central de grafite - envolvida por dióxido de manganês, carvão em pó e por uma pasta contendo cloreto de amônio, cloreto de zinco e água.
Esse tipo de pilha é indicado para equipamentos que requerem descargas leves e contínuas, como controle remoto, relógio de parede, rádio portátil e brinquedos.
SECAS DE LECLANCHÉ (pilhas comuns ou secas)
Pilhas formadas basicamente por um envoltório de zinco e por uma barra central de grafite - envolvida por dióxido de manganês, carvão em pó e por uma pasta contendo cloreto de amônio, cloreto de zinco e água.
Esse tipo de pilha é indicado para equipamentos que requerem descargas leves e contínuas, como controle remoto, relógio de parede, rádio portátil e brinquedos.
ALCALINAS
A única diferença entre a pilha alcalina e a pilha de Leclanché é que, no lugar do cloreto de amônio - um sal ácido - , coloca-se uma base forte, normalmente o hidróxido de sódio ou o hidróxido de potássio.
Pilhas alcalinas são mais vantajosas porque elas têm uma maior durabilidade, em geral, oferecem de 50 a 100% mais energia que uma pilha comum do mesmo tamanho, além de haver menos perigo de vazamentos.
São indicadas para aparelhos que exigem descargas rápidas e mais intensas, como rádios, lanternas e câmeras digitais.
PILHAS DE LÍTIO
Essas pilhas são leves e originam uma grande voltagem. Devido a isso, elas são muito utilizadas em equipamentos pequenos como relógios e calculadoras. Diferentemente dos casos anteriores, o seu formato é parecido com o de uma moeda.
A única diferença entre a pilha alcalina e a pilha de Leclanché é que, no lugar do cloreto de amônio - um sal ácido - , coloca-se uma base forte, normalmente o hidróxido de sódio ou o hidróxido de potássio.
Pilhas alcalinas são mais vantajosas porque elas têm uma maior durabilidade, em geral, oferecem de 50 a 100% mais energia que uma pilha comum do mesmo tamanho, além de haver menos perigo de vazamentos.
São indicadas para aparelhos que exigem descargas rápidas e mais intensas, como rádios, lanternas e câmeras digitais.
PILHAS DE LÍTIO
Essas pilhas são leves e originam uma grande voltagem. Devido a isso, elas são muito utilizadas em equipamentos pequenos como relógios e calculadoras. Diferentemente dos casos anteriores, o seu formato é parecido com o de uma moeda.
domingo, 31 de maio de 2015
Descarte Inteligente na Escola Estadual de Ensino Médio Elvira Jost
Na última quinta-feira (dia 28/05), a equipe Descarte Inteligente acompanhada pela professora Rejane Fontoura Nunes fez uma visita à Escola Estadual de Ensino Médio Elvira Jost de Nova Hartz. Nós explicamos às crianças que criamos o nosso projeto a partir de um trabalho escolar chamado Projeto Ação e Reação realizado no Centro Sinodal de Ensino Médio Dorothea Schäfke e entregamos aos alunos um questionário sobre pilhas. Depois disso, falamos sobre os perigos e os problemas que descartar uma pilha no lixo comum causam ao meio ambiente e ao ser humano. Deixamos um "Empilha pilha" em todas as salas para que eles possam dar às pilhas um destino apropriado.
Foi gratificante contribuir para conscientizar os alunos de que é importante fazer a diferença na preservação do meio ambiente e que podemos fazer isso com pequenas ações. Gostaríamos de agradecer à Escola Elvira Jost pela oportunidade, além de agradecer aos professores e aos alunos pela disposição e pela recepção.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Como fazer sabão caseiro utilizando óleo de cozinha usado
Como muitos já sabem, o descarte incorreto do óleo de cozinha
usado causa diversos prejuízos. Há muitas maneiras de realizar o descarte deste
óleo corretamente (você pode ver outras maneiras clicando neste post), entre as
diversas maneiras disponíveis está a produção de sabão.
Como fazer sabão caseiro utilizando óleo de cozinha usado:
Ingredientes:
· 1 quilo de óleo de cozinha usado;
· 140 mililitros de água;
· 135 gramas de soda cáustica em escamas (concentração superior a 95%);
· 25 mililitros de álcool.
- Opcional: 30 gramas de aromatizantes (preferencialmente óleos essenciais sem parabenos e ftalatos na composição).
Materiais:
·
Recipientes para o molde do sabão (formas específicas, bandejas de
plástico ou embalagens longa vida);
·
1 colher de pau;
·
1 par de luvas para lavar louças;
- 1 balde.
Modo de preparo:
1. Esquente a água até que ela fique morna (em torno de 40ºC). Feito isso, despeje-a no balde e coloque a soda cáustica lentamente e em pequenas porções no mesmo recipiente, misturando sempre a cada adição. Nunca adicione água fria sobre a soda. É importante utilizar um balde ou um recipiente plástico de material grosso e resistente, e nunca utilizar garrafas PET para fazer diluição da soda, pois como não suportam a temperatura que a reação atinge, podem romper e vazar este material extremamente corrosivo.
Mexa
com a colher de pau até diluir completamente a soda, de modo que não haja mais
escamas.
2. Depois de retirar as impurezas do óleo (é possível fazer isso
com uma peneira), esquente-o um pouco (a uma temperatura de 40°C)
e adicione-o ao balde que será utilizado para colocar todos os
demais ingredientes. Em seguida, insira a soda bem lentamente, em pequenas
porções e misturando continuamente.
3. Misture somente o óleo e a soda por cerca de 20
minutos. A consistência final ideal deve ser parecida com a do leite
condensado. É necessário respeitar esse tempo de mistura para que haja a reação
entre óleo e a soda.
4. Após esse tempo de mistura, tem início o momento ideal para
adicionar os demais ingredientes. Coloque o aromatizante (caso queira).
Misture bem até que esses ingredientes se incorporem à
mistura.
5. Caso a massa final de sabão esteja muito líquida, insira o
álcool lentamente e mexa bem por dez minutos para que a mistura não empelote.
Nessa etapa, a massa de sabão ganhará consistência rapidamente. É recomendável
que a forma em que será colocado sabão já esteja preparada e próxima.
6. Despeje a massa de sabão na forma e aguarde dois dias.
Logo após estes dois dias, corte o sabão no formato desejado e você terá seu
sabão caseiro para usar no dia-a-dia.
Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35/438-aprenda-a-fazer-sabao-com-oleo-de-cozinha-usado.html
quarta-feira, 20 de maio de 2015
MATERIAIS ESPECIAIS
O descarte adequado, ou mesmo a
reciclagem, de boa parte do lixo produzido pelos indivíduos é um tema constante
na sociedade atual. Alguns tipos de materiais necessitam de uma preocupação que
vai um pouco além desses pontos. É o caso de pilhas, baterias e lâmpadas
fluorescentes, material não passível de ser jogado fora junto dos resíduos
domésticos. A seguir alguns exemplos do que fazer com os
materiais especiais:
*Lâmpadas: as lâmpadas fluorescentes devem
ser separadas em um lixo à parte, porque, quanto misturados a algum outro tipo
de lixo, os cacos de vidro costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas
incandescentes não são recicladas e por este motivo devem ser depositadas no
lixo comum.
*Cacos de vidro plano e espelhos: quando o
vidro for reto (liso), devemos embalar em jornal e colocar em um lixo separado.
Estas sobras de vidro seguirão então para vidraçarias.
*Baterias: somente as baterias de telefones
sem fio, filmadoras e celulares são recicladas. De acordo com a resolução n°257
do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), os fabricantes e importadores
ficam obrigados a coleta, transporte e armazenamento das pilhas e baterias que
contenham em sua composição chumbo, cádmio e mercúrio, bem como seus compostos.
A mesma resolução obriga os responsáveis a informarem corretamente seus
consumidores sobre o encaminhamento adequado deste material nas embalagens dos
produtos. Para descartá-las, portanto, procure informações na embalagem ou na
loja de produtos similares mais próxima.
Outros tipos de pilhas e baterias têm baixa
concentração de metais pesados e por isto não são consideradas tão prejudiciais
ao meio ambiente. Para descartá-las faça um lixo separado, pois as baterias
podem se romper e contaminar o restante dos detritos.
*Óleo de cozinha: o óleo de cozinha é um dos
alimentos mais prejudiciais ao meio ambiente e jogado no ralo da pia, ele vai
para o esgoto comum e contamina rios e mares. Apenas um litro de óleo de
cozinha polui um milhão de litros de água. Para reciclar, coloque o óleo em garrafas
PET bem fechadas e entregue às cooperativas de reciclagem. Ele será utilizado
em fábricas de sabão e na produção de biodiesel.
SEJA INTELIGENTE. SEJA SUSTENTÁVEL!
Fontes:
sábado, 9 de maio de 2015
LIXO: UMA MANCHA NA HISTÓRIA
| FONTE : http://www.estudopratico.com.br/periodo-paleolitico-caracteristicas/ |
Logo após o surgimento do homem, a quantidade de lixo produzida por
ele era tão pequena que não havia necessidade de um descarte
adequado - podia-se simplesmente deixar o lixo no chão que ele seria
facilmente decomposto, já que era composto apenas de resíduos orgânicos.
![]() |
| FONTE: http://bloghistoria7c.blogspot.com.br/2006/11/o-neoltico.html |
PRÉ-HISTÓRIA: NEOLÍTICO
Alguns milhares de anos e homens depois, ainda na Pré-História, o
lixo já não era mais o mesmo, mas o problema de descarte ainda não
havia aparecido.
| FONTE:http://www.tuia.com.br/Historia_Geral/index.htm |
IDADE ANTIGA
Numa era de adoração a divindades, na época da Grécia Antiga e do Império Romano, foram criadas inovações que melhoraram as condições ambientais da vida urbana. Foi nesse período que surgiu o primeiro sistema de saneamento básico.
IDADE MÉDIA
| FONTE: http://www.megacurioso.com.br/ |
| FONTE:http://wikigeo.pbworks.com/w/ |
IDADE MODERNA E REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Chega a Idade Moderna, repleta de artistas, filósofos e revolucionários. Logo em seguida surge a Revolução Industrial. Época
de grandes avanços tecnológicos que proporcionariam a criação de
celulares, automóveis, pilhas. Mas junto dessas maravilhas veio um
grande problema: os resíduos provenientes delas. Apesar da óbvia
mudança no lixo, demorou a ser descoberto o problema no descarte de
certos tipos de resíduos. O capitalismo impulsionava a produção em
massa, cada vez mais rápida e mais avançada, o que resultava em
maiores quantidades de lixo, cada vez mais tóxicos e prejudiciais ao
meio ambiente.
| FONTE: http://jwaconstrutora.com.br/mpn2.html |
IDADE CONTEMPORÂNEA: DIAS DE HOJE
Para lidar com esse problema, houve o surgimento da COLETA SELETIVA.
Para eletrônicos, lâmpadas usadas, medicamentos vencidos, feitos de
materiais especiais, foram criados POSTOS DE COLETA. Continua-se com
o sistema de soterramento do lixo através de LIXÕES e ATERROS
SANITÁRIOS. Também apareceu lugares especializados na queima de
dejetos. Mas a medida mais eficiente foi a política dos 3R's:
REDUZIR, RECICLAR E REUTILIZAR.
SEJA INTELIGENTE. SEJA SUSTENTÁVEL!
FONTES:
https://www.ufmg.br/proex/geresol/lixohistoria.htm
http://www.ambsc.com.br/saiba-mais/historia-do-lixo/
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/desafios-era-lixo-detritos-transformar-riqueza-urbanidade-sujeira-681764.shtml
http://www.mundoeducacao.com/geografia/o-lixo.htm
http://www.aegea.com.br/portfolio/a-historia-do-saneamento-basico-na-idade-antiga/
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